Categoria: Desenvolvimento de Software e Práticas Ágeis

Luiz Sotero

Produtividade com IA exige método

O anti padrão já virou rotina. A empresa compra licenças de IA, libera para todo mundo e espera que a engenharia “ande mais rápido” por mágica. Em poucas semanas surgem relatos extremos dentro do mesmo contexto: alguns times aceleram, outros travam em IA inventando especificação ou em loops de geração

Luiz Sotero

EKS em escala: do autoscaling lento à capacidade elástica com Karpenter e Auto Mode

Kubernetes costuma ser associado à promessa de elasticidade. Em ambientes grandes, a experiência real frequentemente segue outro caminho, com picos de demanda que levam minutos para escalar e longos períodos pagando por capacidade ociosa. O problema não está no Kubernetes em si. Ele está no modelo de provisionamento adotado para

Luiz Sotero

Frameworks ágeis em escala: LeSS e SAFe

Há muitos anos as organizações descobriram que adotar práticas ágeis em times isolados é relativamente simples. Agora, quando a empresa começa a crescer, os produtos passam a se multiplicar e a necessidade de coordenação aumenta, o desafio sobe de nível drasticamente. Dependências entre equipes, alta pressão por previsibilidade, exigências regulatórias

Luiz Sotero

Como garantir entregas mais rápidas e confiáveis com CI/CD?

Algumas empresas lançam feature rápido, mas vivem com medo do deploy. A entrega “está pronta”, passou pelo time, foi validada em review, mas ninguém quer ser a pessoa que vai apertar o botão. O resultado costuma ser: congelamento de release, correções em cima da hora, chat pegando fogo e uma

Luiz Sotero

Migrar ou manter? Entenda o impacto dos sistemas legados no seu negócio

Muitas empresas ainda operam com tecnologias criadas em outra era.  É possível encontrar CRMs locais, como o jurássico Siebel, e aplicações escritas em Delphi ou COBOL, principalmente em bancos, operadoras logísticas e redes varejistas. Até compreendemos o receio de fazer uma migração de um sistema financeiro que lida com a

Luiz Sotero

IaC: do servidor ao código 

Quem já trabalhou com TI há mais tempo lembra como era montar um ambiente do zero: servidores físicos, cabos, planilhas de configuração e muito retrabalho. Esse não foi um cenário no qual participei, mas já escutei muitas histórias de terror de colegas mais experientes. Qualquer alteração significava horas de ajuste

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