Categoria: Inovação e Cultura Organizacional

Rodrigo Alhadeff

Liderança técnica em times pequenos como sistema de multiplicação

Quando o time tem 6, 8, 12 pessoas, quase sempre surgem dois nomes que “resolvem tudo”. Eles viram referência para decisões, desbloqueios e incidentes. O problema é que a operação fica dependente, o tempo de entrega cresce, o retrabalho aumenta e o risco se concentra. Em PME, liderança técnica raramente

Rodrigo Alhadeff

Antifragilidade organizacional em tempos de incerteza

Durante anos, a resiliência foi tratada como o objetivo máximo da gestão tecnológica e organizacional. Sistemas resilientes resistem a falhas, equipes resilientes se recuperam de crises e empresas resilientes “voltam ao normal” após períodos de instabilidade. O problema é que, no cenário atual, voltar ao normal já não garante competitividade.

Luiz Sotero

Estratégias para engajar stakeholders 

Vamos ser honestos, nenhum projeto de tecnologia anda só porque tem uma boa solução ou uma arquitetura impecável. O que faz diferença de verdade é conseguir colocar todo mundo na mesma página. Pessoas com interesses diferentes, expectativas diferentes e, às vezes, até prioridades que não se falam. E quando eu

Rodrigo Alhadeff

O caminho mais rápido para aumentar sua produtividade

Se sua equipe repete a mesma tarefa todos os dias, você tem em mãos uma enorme oportunidade de melhorar sua eficiência e reduzir custos. Essa ideia resume um dos maiores desperdícios de tempo dentro das empresas: o trabalho manual e repetitivo. Ainda hoje, em plena era da inteligência artificial, é

Luiz Sotero

Liderança: as soft skills são fundamentais para manter times de alta performance

92% dos contratantes contaram ao LinkedIn que soft skills (fonte: https://www.linkedin.com/business/talent/blog/talent-acquisition/soft-skills-are-hard-to-assess-but-these-steps-can-help), ou competências comportamentais e socioemocionais, são tão necessárias quanto a capacitação técnica no segmento da tecnologia. Esse dado aponta para uma realidade em que não basta dominar linguagens de programação, frameworks ou arquiteturas. Hoje, é a capacidade de comunicar,

Luiz Sotero

CTO em startups: Coder, estrategista e as a Service?

Toda startup tem seu começo caótico.  O produto ainda é uma ideia na tela, a equipe é pequena (às vezes, inexistente) e os recursos, limitados. Nesse momento, o CTO (que muitas vezes ainda é apenas um programador) assume um papel quase heróico: é ele quem escreve a primeira versão do

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